sexta-feira, 23 de maio de 2008

Eduardo e Mônica - Uma análise psico-neurótica

Como na Blogsfera tudo se copia, e já que não ando no melhor dos meus humores - tampouco me sinto tentado a tentar criar algo que não seja puro nonsense, fica aqui um texto ótimo por Adolar Gangorra que chegou em meu e-mail a alguns anos atrás...
Se não genial, é no mínimo hilário

"O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola - cinema - clube - televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.

2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.

3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência... Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!"

Por: Por Adolar Gangorra | Publicado em 01/07/01



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TIC-TAC
TIC-PING
PING...


PING?!!!

Ploft's

...e a merda bateu no ventilador

quarta-feira, 30 de abril de 2008

...e que queime o mundo!!!

Bom... Como explicar este post?

É o seguinte, existe um amigo o qual considero muito de minhas épocas de colégio, na verdade é o único que tive vergonha na cara de manter contato após aqueles anos esquisitos... Na época eramos questionadores por natureza... E hoje, 11 ou 12 anos depois; ao menos eu, me tornei ainda mais questionador e de fato, um pouco amargo... Ele, após passar por 4 universidades para encontrar seu caminho, acho que agora vai... rsrs Eu, passei por apenas 1 e já estou de saco cheio, injuriado ao extremo, pensando sériamente em montar uma guerrilha urbana só por diversão... rs

Mas já que ninguem lê este blog mesmo, segue abaixo nossa última troca de scraps, ocorrido entre os dias 23 e 25 de abril... Achei interessante... Bom, percepções de mundo, sabem como é...


Comentário: Raiva Incontida I – O desabafo. (Vindo do meu camarada da Psico-USP)

"(...)não esquenta não cara. depois tomaremos as brejas.
então meu velho. desde ontem de manhã tô na raiva do caralho!!!

tipo, sangue no zóio mêmo!
tá ligado quando tu não sabe de onde vem...então, é por aí...tava foda, m
as agora deu uma

melhorada...eu sei de onde veio, para te falar a verdade, é que é meio foda de eu lidar com esta treta em mim...aí, fico puto!!
e aí, co
mo tu tá cara, de boa?

abração ié!"

Resposta: Raiva Incontida II – A Revolta! (Vindo de mim, Ex- R.I. inconformado e revoltadíssimo)

"é, eu sei bem como é isso... essas crises de raiva, de certo modo foi o que me levaram de volta à fluoxetina... crises e explosões de raiva; te contei que estes tempos atrás, estava com meu pai, dirigindo, e um cara estava parado em fila dupla em Limeira, atravancando o trânsito? velho, me subiu o sangue de tal forma que o primeiro impulso que tive foi descer do carro para descer o kct no cidadão... sorte que meu pai tava no carro e me disse "caaaalma que a coisa não é por aí"... pq senão... sei lá... o que não me impediu de encostar o carro ao lado do dele e xingar até a 3ª geração anterior a dele, que permitiu que tal energúmeno nascesse.

ah cara, eu tou naquelas ainda... tou naquela crise existencial ferrada; tenho comentado isso contigo, por um lado têem me aparecido trabalhos para fazer no meu ramo, mas tenho declinado todos... porque não é o que quero fazer, você sabe... lembra as épocas de colégio? o que gostávamos mesmo? pô, sempre curti música naquela época... e sempre estive envolvido no meio, você lembra... aí, me pergunto como raios fui parar em comércio internacional...? um questionamento leva a outro, outro puxa mais um, e por aí vai... aí, minha conclusão final é que esse mundo é uma bosta mesmo e que todas as pessoas são cegas... algumas, por vontade própria e outras, porque vivem uma ilusão coletiva forte demais para ser rompida...

aí, fico com raiva dos "cegos por vontade própria", porque os considero omissos; contribuem com um sistema falho, corroído, e que esta se auto-consumindo... mas antes de "se consumir", o que não percebem é que o sistema todo irá consumir primeiramente todas as pessoas... é um lance meio "lube da luta" ou "Tyler Durden"... mas pô, sei que isso também é uma utopia, ou melhor; uma "distopia"...

os cegos vivem uma ilusão coletiva, os sóbrios são pessimistas, e aqueles sóbrios que ainda tem uma capacidade crítica, sofrem por estarem inseridos nesta realidade estúpida e aparentemente tão sem sentido... aliás, não tão sem sentido assim... como disse o Sr. Carlos Carbonel na tal entrevista que te enviei outro dia... "vejo um motivo muito grande para tudo isso... que é a morte... a morte de um "sistema" de coisas"... tah, legal... acho sábias estas palavras, isso vai diretamente de encontro com o tal "sistema que esta se auto consumindo e consome à todos primeiro" que mencionei alí em cima... velho... me perdôe o comentário aparentemente fora de contexto... mas o duro é pensar em tudo isso, e ter que aguentar comentários do tipo: "você não acha que você esta sendo negativista demais?" ou então, "acho que você deveria ler o livro ""O Segredo"" e ""A lei da atração" (!!!!)

ah meu, vai tomar no cú; aliás, as pessoas que dizem isso, se não quiserem ir tomar no cú por vontade própria; talvez se eu fosse mais forte eu poderia tentar fazer um origami com o corpo delas e enfiar a cara delas bem no meio de suas próprias bundas... velho!!!! que bosta de literatura é éssa???? auto-ajuda pseudo picaretagem a lá Paulo Coelho & cia agora??? meu!!!! porra!!!!

ahhh... sei lá, sei lá; um grande sei lá para tudo...

outro dia estava dando umas voltas pela livraria cultura lá no Conjunto Nacional, na Paulista... eis o livro que vejo na prateleira, como um dos mais vendidos... "Os cinquenta melhores livros de auto ajuda - uma sinopse" (????!!!!!) puta que pariu meu!!! ...as vezes penso que talvez a melhor auto-ajuda que eu poderia ter no momento seria pegar uma AK-47, e sair correndo pela Av. Paulista para ver quantos eu levo comigo, antes de ser abatido... sei lá... porque juro que, se eu sentasse na frente de algum pseudo-psicólogo agora e ouvisse algo do tipo: "ah, mas vc não acha que esta dramatizando um pouco as coisas"; seriam grandes as chances de chamar o fdp de picareta-ladrão (pelo $$$ da consulta) e iria dar uma surra no cidadão... (hehehe nada pessoal quanto à psicologia, VC sabe bem como adoro muito psico.) cara... gostei deste scrap... acho que hey de uppá-lo tabm no meu blog... blz? ...e fodam se o passado, foda-se todas as ex- namoradas, foda-se todos os valentões do colégio... fodam-se todas as Márcias e Letícias que existem por aí... foda-se a merda da igreja quadrangular, foda-se todas as câmaras dos vereadores desta bosta de país... foda-se os cérebros humanos falhos por natureza... foda-se a bosta do apêndice humano que não serve para porra nenhuma a não ser inflamar e ter que ser arrancado em uma cirurgia... fodam-se meus vizinhos... fodam-se os amigos que têm limites para o que é a amizade... foda-se o filho da puta que liga no meu celular as 3:30 da madruga e diz que foi engano... fodam-se todos os chefes, diretores, gerentes e supervisores deste mundo... enfim, foda-se este mundo; que o ser humano seja extinto pois é só para isso que ele deve servir afinal... ...arrrráááámmm... bom, me desculpe o desabafo... mas vc sabe como sou, as vezes tenho essas crises de raiva incontida... rsrsrs forte abraço meu amigo...

Andreas

Óia só que vídeo bonitinho... Uma fofura!

Comentário final: ...e tem gente que acha aquela merda de série que passava no programa "Fantástico" da rede Globo com "contos" de Nelson Rodrigues chamado "A vida como ela é" interessante...? Quer saber? Foda-se a rede Globo também. foda-se o Fantástico e a bosta de depressão que me causa por me lembrar que o dia seguinte é uma segunda feira. Ah é? Não gostou? Então foda-se você também!! Ponto...

agora, se me derem licença vou fumar um cigarro, tomar um café e me encostar em algum canto para planejar como destruir as bases da (des)civilização moderna...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

"O Cellista de Sarajevo"

As pessoas que me conhecem, sabem de minhas opiniões um tanto quanto radicais acerca alguns temas em se tratando de Brasil e da pouca vergonha que impera por aqui, quando o assunto envereda para questões ética e valores, por parte das pessoas em geral. Alguns já me mandaram tomar no cú por dizer que o que este país precisa na realidade é uma tragédia, sentir o peso de uma guerra de verdade. Reafirmo minha opinião de que isto com certeza ajudaria a vários “cérebros” mesquinhos, provincianos e que se julgam o ápice da perfeição humano-social; a entender que se todos nascem de forma igual, todos morrem da mesma forma; seja em um leito de hospital – entupido de anestésicos - ou seja em uma trincheira – desmembrados e sentindo o que é “estar vivo” através da dor.

Procurando não utilizar as já famosas frases feitas, mas é bem verdade o que dizem, é na guerra – bem disse o filósofo – que o melhor e o pior do ser humano vem a tona.

Aproveitando o gancho e deixando de lado um pouco a bile que anda impregnando minha alma nos últimos tempos, opto por “mudar de lado” e narrar um fato que passou quase despercebido durante a guerra na Bósnia-Herzegovina, e que mostra um pouco do potencial humano para o “bem” por alguns poucos seres iluminados que existem neste mundo.

"Crazy" - Seal; Imagens: Sarajevo under Siege

Durante a guerra na antiga Iugoslávia, em 6 de Abril de 1992 a cidade de Sarajevo foi cercada pelas forças Sérvias, no que veio a se tornar o maior cerco a uma cidade já acontecido na história das guerras modernas; uma guerrilha que perdurou até 1995, quando cessaram-se as hostilidades.

Após o início do conflito, um Violoncelista chamado Vedran Smailović, assim como outras centenas de milhares de pessoas; sobreviveram ao frio intenso, racionamento de água e comida bem como os constantes bombardeios à cidade e tiros de “Snipers” nas ruas da cidade sitiada.

Smailović era conhecido por suas brilhantes atuações na Opera de Sarajevo, na Orquestra Filarmônica de Sarajevo bem como no Teatro Nacional; mas sua fama “mundial” se projetou durante a guerra, quando, apesar do fogo cruzado e risco de ser atingido por atiradores de elite das forças Sérvias, ele diariamente ia às rosas de Sarajevo – cicatrizes no concreto causadas por explosões de morteiros que deixavam um padrão em forma de flores, e; caso as mesmas ceifavam a vida de alguém, eram preenchidas com resina e pintadas de rosa como uma homenagem – e tocava seu Cello.

Outro fato pelo qual ele era conhecido, era quanto à suas freqüentes idas aos cemitérios em Sarajevo para tocar durante os enterros; naquele momento, ocasiões de extremo perigo, pois as forças Sérvias tinham por hábito atacar os civis com atiradores de elite durante tais cerimônias – não devemos nos esquecer uma das principais motivações desta guerra, as diferenças religiosas existentes entre os envolvidos.

Mas, a história mais marcante relacionada ao Sr. Smailović, foi quando um morteiro atingiu um grupo de pessoas que estavam em uma fila para comprar pães, em um estabelecimento comercial em frente à sua casa. Neste episódio, 22 pessoas perderam suas vidas, algumas simplesmente tiveram seus corpos desintegrados pela explosão, o que deixou uma grande cratera no local. Entre os mortos e feridos, haviam vários senhores de idade, mulheres e crianças, muitos dos quais, amigos de Smailović. Naquele dia, como se para honrar as almas que se perderam, o Violoncelista decidiu tocar ao lado desta cratera no início, por 22 dias seguidos, todas as tardes em homenagem aos mortos. Após, ele continuou tocando por quantos dias, aquela guerra ainda causassem vítimas...

A estória real deste homem hoje mistura-se com lendas, muitas das quais não são possíveis de se verificar a veracidade; como a que diz que durante os bombardeios noturnos Sérvios à Sarajevo, Smailović ia com seu Cello as ruínas da antiga fonte central da cidade, e executava peças centenárias de Mozart, Bethoven e Bach. Gosto de pensar exatamente neste ponto sobre a diferença cultural existente entre nós, ocidentais do mundo novo; e os ocidentais do velho continente...

Particularmente, as pessoas aqui deste lado do hemisfério tendem a encarar as artes como manifestações de luxo e status, quase uma coisa frívola; salvo raras exceções. Mas, para os Europeus em geral, a imagem que fazem das artes é de que em determinado momento, elas nos fazem lembrar de nossa humanidade inata, mas por muitas vezes esquecida...

Smailović conseguiu escapar da cidade sitiada em fins de 1993, e seus atos inspiraram a imaginação de muitos ao redor do mundo. O compositor David Wilde compôs uma peça para Cello conhecida por “O Cellista de Sarajevo” em uma homenagem a ele, e que posteriormente foi gravada por YoYo Ma. Entre outros que tiveram inspiração nesta história, temos o produtor e co-compositor da banda Savatage, com seu formidável álbum “Dead Winter Dead”, principalmente nas músicas Christmas Eve/Sarajevo 12/24, bem como o cantor folk John McCutcheon, compondo a música “In the Streets of Sarajevo”

Hoje, passados quase 16 anos destes acontecimentos, é interessante percebermos sua coragem em realizar tais atos, bem em como ele decidiu protestar contra os absurdos que ocorreram nesta guerra. Sua resposta, foi talvez fora a mais sensata que já houve na história da humanidade em períodos de guerra... Responder à violência, com a harmonia da música. A única resposta razoável a uma guerra, é a harmonia...

Atualmente, Smailović vive na Irlanda do Norte, e participa de inúmeros projetos musicais eruditos, bem como a promoção de ONG’s voltadas à ajuda humanitária a regiões que sofrem com as agruras das guerras, sejam estas por quais motivos forem...



Imagem acima:

Link Clip: "Siege of Sarajevo Memorial" - sob a música "Christmas Eve/Sarajevo 12/24," - Savatage



Me irrita certos artistas oportunistas que visitam lugares em que ocorrem desastres humanos. Este é o caso do vídeo acima, cuja autoria, Sra. Joan Baez, não teve o mínimo descaramento em colocar uma música de sua autoria como trilha sonora. Mas o clip tem seu mérito, pois no final do mesmo, aparece Smailović em uma das únicas imagens suas existentes em filme, durante a guerra.





quarta-feira, 26 de março de 2008

Os "Baby Bundas"


Querida(o) Amiga(o),

Em algum momento entre 2008 e 2009, a economia dos EUA, Inglaterra e Rússia devem experimentar a pior recessão da sua história. Os economistas do primeiro mundo esperam uma desaceleração radical de todos os meios de produção em função da aposentadoria em massa dos Baby Boomers. O consumo deve cair drasticamente com dois terços dos Baby Boomers se aposentando até o final da década. 80% do melhor do consumo nos EUA, Inglaterra e Rússia é feito hoje pelos Baby Boomers que estão pendurando as chuteiras.
Para complicar o cenário, o alongamento da expectativa de vida das pessoas vai trazer grandes problemas para a vida dos boomers. Os seus pais estão vivendo mais, o que os obriga a sustentar os mais velhos e ainda sustentar os filhos que não se estabeleceram na vida.

Estima-se que 67% dos Baby Boomers aposentados vão ficar sem dinheiro ainda em vida. A grande maioria dos Baby Boomers contam apenas com os seus imóveis como fonte de receita quando aposentados. Entretanto, a problemática imobiliária americana já desvalorizou as suas residências em 15%.
Baby Boomers é o termo usado para descrever a geração de pessoas que nasceram no Pós Segunda Grande Guerra entre 1946 e 1964 nos EUA, Inglaterra e Rússia.

Foram eles os grandes responsáveis nas últimas três décadas pela consolidação do estilo de vida que a grande maioria das pessoas apreciam: casa, carro, televisão, família, restaurantes, shopping centers, clubes, entretenimento cultural e viagens de lazer.
Há anos se discute o impacto da aposentadoria dessa geração para o nosso futuro. Quem vai substituir os médicos, engenheiros, professores, advogado e arquitetos que estão se aposentando? Os americanos estão realmente preocupados com a questão. Para se ter uma idéia da importância desse assunto, uma busca básica no Google aponta 4.810.000 milhões de páginas sobre Baby Boommers. O Brasil não está muito preocupado com esse assunto, mas deveria. Vai faltar gente para desempenhar as funções mais básicas da economia: fazer conta e escrever. A coisa vai ficar muito feia até 2010. Nesse momento a Catho está anunciando 2.578 vagas abertas para Engenheiros Civis, 1.451 para Engenheiros Eletrônicos, 2.209 para Engenheiros de Telecomunicações, 8.121 vagas para profissionais de educação, 5.794 para profissionais Financeiros, 14.611 para profissionais de informática e 3.308 para profissionais de logística e suprimentos.

Quem irá preencher essas vagas?
E quantas novas vagas poderiam ser criadas se tivéssemos cérebros adicionais para criar planos de negócios sólidos? Para cada novo cérebro que soubesse fazer planos de negócios, teríamos 100 novos postos de trabalho, diretos ou indiretos. Para cada novo cérebro que soubesse executar um plano de negócios, teríamos 200 novos postos de trabalho.

Mas, quem irá preencher essas vagas?


Quem? Quem?


Os Baby Boomers tem muitos fãs e críticos ferrenhos. De um lado dizem que os Boomers são os grandes responsáveis pela expansão dos nossos direitos individuais. A causa feminista, os direitos dos homosexuais, os direitos civis, os direitos dos deficientes físicos são algumas das conquistas dessa geração. Além disso, a criação da televisão, a proliferação do rádio e das mídias revistas e jornais permitiram que o indivíduo passasse a ter maior controle sobre a informação que recebe. Por outro lado, os Boomers são acusados de ignorar o futuro e pensar apenas no seu bem estar individual. Investiu-se pesado na construção de fábricas, cidades e carros, deixou-se de lado o meio ambiente.

Quem critica os Baby Boomers são os líderes das gerações que vieram depois, as chamadas Gerações X e Geração Y. Muito provavelmente a sua ou a minha geração.

A Geração X é marcada pela falta de otimismo, cinismo e apatia política no status quo. Os Xs acreditam em Deus, são abertos a todo tipo de religião, mas não seguem nenhuma. A Geração X é caracterizada pela forte tendência ao empreendedorismo fora da caixa. Os Xs criaram a internet, os movimentos de Anti-Globalização e Meio Ambiente. Faz parte da Geração X quem nasceu entre 1964 e 1975.


A Geração Y é sobre quem nasceu entre 1976 e 1994. É a geração dos "sem teto"; não conseguem arrumar um bom emprego que pague o aluguel de um apartamento próprio. É a geração que precisa do dinheiro dos pais Baby Boomers para viver. Entretanto, são geralmente filhos de pais separados, por isso dependem de um ambiente social sadio no escritório para compensar a perda doméstica.
Eles cresceram com a informação na mão, eles têm computador, celulares, messengers, blogs, iPods e toda a tralha da vida moderna. Eles têm tudo, acham que sabem tudo, mas ainda não são nada, nem fizeram nada de realmente relevante com o que sabem. E pior, estão dispostos a perpetuar tudo que sabem que está errado. Eu chamo essa geração de Baby Bundas.

Eu chamo de Baby Bundas todos aqueles que têm a informação na mão mas não sabem o que fazer com ela. Não sabem por onde começar e muito menos onde quer terminar.
O Baby Bunda sabe que usar crachá corporativo é ridículo, mas não vêem a hora de pendurar o crachá de diretor da empresa no pescoço para desfilar na hora do almoço; eles sabem que ter carro corporativo é sacanagem com os estagiários que andam de ônibus, mas não vêem a hora de botar as mãos no novo Corolla 2009; eles sabem que chefe com sala grande é uma grande injustiça com os funcionários que têm que trabalhar apertados em micro cubículos sem privacidade, mas não vêem a hora de virarem chefes para ocupar a sala panorâmica com vista para a Berrini ou Paulista; eles sabem que demitir as pessoas pela idade, cor da pele, e origem é puro preconceito, mas não vêem a hora de ter o poder na mão para contratar mulher gostosa, os amigos da faculdade e mudar o escritório para a rua da badalação; eles sabem que corrupção é um dos maiores males da humanidade, mas não vêem a hora de meter a mão no cartão corporativo da empresa para levar cliente para a casa da luz vermelha. O Baby Bunda é um cego cerebral.

O Baby Bunda acredita em regras mesmo quando não as fez; acredita em harmonia mesmo quando não a tem; acredita em certezas mesmo quando nada está claro. Baby Bunda acredita em hierarquias, organogramas, status, popularidade e legado.
Baby Boomers, Geração X e Geração Y talvez não tenham nada a ver com o Brasil. A nossa geração de Boomers não lutou no Vietnã nem muito menos assistiu ao assassinato de um grande líder carismático como JFK e Martin Luther King. Pelo contrário, os Boomers brasileiros se calaram durante a ditadura militar. Eles aproveitaram o momento para fazer o pé de meia, levar um pedaço do pau brasil.

A nossa geração X tá comprando agora o primeiro computador, montando agora as suas próprias empresas por falta de opção, se divorciando em igual proporção. A nossa geração Y, bem, a nossa geração Y está bebendo nesse exato momento uma Kaiser, ou tomando uma Brahma na Zeca Hora (Eu nunca vi tanta menina de dezoito anos gorda como agora), atualizando o profile na Orkut, postando comentários em alguns blogs, ou despedaçando o carro do pai no poste da esquina.


Será que existe alguma geração de brasileiros pela qual podemos nos orgulhar?


Eu espero que sim.



Fonte: Anônimo - Agradecimentos: Rogério Fontainha / Roger design

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Break Of Reality

O grupo “Break Of Reality” foi formado quando seus membros ainda eram calouros na Eastman School of Music, em Rochester, NY. Quando formada, a banda consistia em quatro jovens violoncelistas.

Logo que começaram a compor material próprio, começaram também a colocar a banda em evidencia; e, em Dezembro de 2003, a banda tem sua primeira apresentação oficial em Eastman. A partir deste momento, a banda decide continuar compondo e estabelecer como meta, a gravação de um álbum durante o verão de 2004.

Durante a primavera de 2004. a banda sofre a primeira baixa, com a saída de Chris Thibdeau o qual decidia se dedicar ao programa de regência de orquestras. Assim, ele largava tanto a escola quanto a banda, retornando novamente em Outubro de 2005. Seu substituto durante este período foi Franklin Keel, e logo depois, acontecia a entrada também do baterista Ivan Trevino.

Já durante o verão de 2004, eles entram em um pequeno estúdio de Nova Jersey, e iniciam a gravação de seu primeiro álbum, “Voiceless”. Apesar de o fato de que o único membro a realmente performar neste álbum ter sido o celista Patrick Laird, a banda assume os créditos pelo álbum; e a escola Eastman até mesmo chega a oferecer um ônibus para os estudantes que desejassem ver o lançamento do álbum.

Após o lançamento do álbum, mais uma baixa; Franklin resolve seguir seu próprio caminho, sendo substituído pelo celista Andrew Larson; e este, deixa a banda em Outubro de 2005.

Antes do término de seus estudos na escola de Música de Easton, a banda resolve fazer um show gratuito de despedida, em 2007, e logo após se mudam para Nova Iorque, para trabalharem na inserção da banda na indústria musical...

Atualmente trabalham na divulgação de seu novo álbum, “The Sound Between”, obtendo varias criticas positivas do meio musical; no entanto, também uma comparação com seus colegas de instrumento – mas não de estilo – Apocalyptica; e passarão a trabalhar em breve em um novo álbum.










Link Vídeo: Break of Reality Live at the Triad - "Solid Ground"

Album: "The Sound Between"








1. - ...o que esperamos...?

Olho para trás e lembro-me do amor que perdi. Do amor que larguei. Espreito para a frente e não encontro amor nenhum. Nenhum amor.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Apocalyptica - The Life Burns Tour



Updated em 29/12/08

Pessoal,


Me redimindo do post anterior - sim, me criticaram, exatamente como previa; e sim, essas criticas nada mais foram que a confirmação do que estava escrito alí; o movimento gay que me perdôe (ou não hehe) - segue link's para download do DVD rip do "Apocalyptica - The Life Burns Tour"

Que petardo!!!
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Senha: www.mediaportal.ru



Tracklist:

01. Intro - Apocalyptica
02. Path
03. Master Of Puppets
04. Somewhere Around Nothing
05. Fight Fire With Fire
06. Quutamo
07. Heat
08. Betrayal
09. Nothing Else Matters
10. Hope
11. Life Burns
12. Fisheye
13. Bittersweet
14. Seek & Destroy
15. Prologue
16. Creeping Death
17. Inquisition Symphony
18. Enter Sandman
19. Refuse /Resist
20. Hall Of The Mountain King
21. US Tourfilm (Bonus Material)
22. EPK - Repressed (Bonus Material)
23. Bittersweet (Video)
24. Life Burns (Video)
25. How Far (Video)
26. Wie Weit (Video)
27. Faraway Vol.2
28. Somewhere Around Nothing
29. Seemann (Video)
30. Repressed (Video)


Password/Senha para descompactar:
www.musicground.com.br

Créditos:
linelefay

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Totalitarismo Gay

Pessoal,

Muitos me chamarão de homofóbico. Mas é preocupante quando começamos a ler textos com o conteudo abaixo, divulgado por ditos "lideres" do movimento gay, como por exemplo Michael Swift:

“(...) um ativista homossexual, escrevendo sobre o nome de Michael Swift, cercado de bebês, enxergou o dia quando homossexuais controlariam nossa cultura. Ele desafiou a sociedade heterossexual com essas palavras:

Nós sodomizaremos seus filhos, emblemas de sua masculinidade débil, de seus sonhos superficiais e mentiras vulgares. ... Seus filhos se tornarão nossos prediletos para realizar nossas ordens. Eles serão reformados a nossa imagem. Eles virão nos desejar e nos adorar.

Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos deuses sagrados são formosos adolescentes. Nós aderimos a um culto de beleza, moral e estética. Todo aquele que é feio e vulgar e banal será aniquilado. Posto que nós estamos alienados das convenções da classe média heterossexual, nós estamos livres para viver nossas vidas de acordo com os ditados da pura imaginação. Para nós, muito não é suficiente.”

Muito não é suficiente. Essas palavras deveriam nos lembrar que um dos objetivos primários dos movimentos de direitos dos homossexuais é abolir todas as leis de idade de consenso etário e realmente reconhecer que os pedófilos como os “profetas” de uma nova ordem sexual.

Inadmissível...! Todos cegos??

Resumo: Os defensores da causa gay, não satisfeitos com a propaganda massiva favorável à sua causa, tentam dar o golpe final nos seus opositores: levar à prisão quem 'ouse' criticar a homossexualidade.

A 'causa gay' possui cada vez mais espaço nos meios de comunicação de massa e nas artes. As telenovelas, especialmente, vem há décadas propagando a ideologia homossexual, solapando valores muito caros à família brasileira e deformando sua opinião. A ditadura do politicamente correto impede as pessoas de fazer qualquer crítica ao modo de ser dos homossexuais, pois temem ser tachadas de retrógradas ou preconceituosas. A liberdade de consciência foi engessada.

Agora, os defensores da causa gay, não satisfeitos com a propaganda massiva favorável à sua causa, tentam dar o golpe final nos seus opositores: levar à prisão quem 'ouse' criticar a homossexualidade.

Está-se falando do Projeto de Lei n.º 5003-b, aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados no final de novembro de 2006, e que trata dos denominados crimes de homofobia. A proposição irá em breve para votação no Senado.

Dentre os vários artigos dessa verdadeira aberração legislativa, menciona-se o art. 8º, que altera o art. 20 da Lei n.º 7.716/89. Pela redação aprovada, é crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de orientação sexual e identidade de gênero. O disposto no artigo 20 engloba a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

O artigo da lei em questão é manifestamente inconstitucional, pois viola flagrantemente a liberdade de pensamento e a liberdade religiosa (art. 5º, inc. IV, VI, VIII e IX da Constituição). Quem sabe se o próximo passo não será proibir a utilização da Bíblia, já que em uma passagem São Paulo recrimina a conduta de homens que se deitam com homens (1ª Coríntios 6:9)?

O Brasil, com tal legislação estaria instituindo o chamado delito de opinião, o que é inadmissível. É a face mais horrenda do totalitarismo: o Estado decretando uma suposta 'verdade absoluta' - o homossexualismo é uma virtude - e proibindo qualquer oposição a essa 'verdade' (sob pena de prisão), nada importando que a oposição seja de cunho moral, ético, filosófico ou religioso. Ora, o brasileiro não deve ceder sua tradição de liberdade a uma ditadura de minorias.

No totalitarismo gay, nenhum homossexual quer ser aceito tão-somente pela sua condição de pessoa, mas quer ser valorizado enquanto homossexual. Quando as pessoas aceitam o homossexual como pessoa humana, mas recriminam sua opção sexual como doentia, o homossexual se sente discriminado; no entanto, os gays não vêem nada de errado em aceitar um católico ou maometano como pessoa ao passo que condenam sua religião como falsa.

Os homossexuais não querem apenas os mesmos direitos dos demais, mas sim direitos muito maiores. Não querem apenas deixar de ser criticados por sua condição 'diferenciada' que os torna minorias, mas já não querem ser criticados por quaisquer razões, ainda que inerentes a qualquer membro da espécie humana.

Os direitos que devem ser garantidos aos homossexuais são aqueles mesmos que são conferidos às demais pessoas: direito de liberdade de pensamento, direito à privacidade, direito de ir e vir, direito de freqüentar locais públicos e a todos acessíveis, direito de usufruir dos serviços públicos, etc. Discriminação seria negar esses direitos, a que todos fazem jus, à 'comunidade' homossexual. No entanto, constitui rematado absurdo criar direitos específicos para a comunidade gay, tornando-a imune a críticas.

Os homossexuais usam e abusam do termo 'preconceito', com que rotulam qualquer opinião que recrimine sua conduta sexual. No entanto, a simples expressão de condenação moral, filosófica ou religiosa ao homossexualismo não se constitui em discriminação, mas exercício da liberdade de consciência e opinião. Os gays não têm qualquer direito de exigir que sua conduta sexual seja mais digna de respeito e consideração que as crenças alheias a respeito da homossexualidade.

Portanto, brasileiro, proteste: escreva para seu parlamentar e para os meios de comunicação, criticando o referido projeto de lei, antes que seu pensamento e sua opinião sobre um determinado assunto possa levá-lo à cadeia.

Caso Europa para refletir:

Se algum dia os muçulmanos realmente se tornarem maioria na Europa, as leis muçulmanas se tornarão leis nacionais e os praticantes do homossexualismo sofrerão tudo o que os homossexuais sofrem em países muçulmanos: castigos duros e morte. Aí a futura minoria européia na Europa, inclusive os homossexuais, sentirá a diferença entre Cristianismo e islamismo.

Por pior que seja o comentário; a Europa ainda vai sentir saudades dos cristãos e seus valores...


William Blake

Willam Blake era um sujeito estranho pra caramba, viveu o meio do século XVIII e os primeiros vinte anos do XIX. Era mais que um poeta, era um artista visionário que exercia a pintura e a gravura e também mexeu com as técnicas de impressão. Ilustrou seus cometimentos poéticos e também fez as ilustrações da "Divina Comédia" de Dante.

Biografia: Poeta, artista, músico, escritor, ilustrador, gravurista e pintor. William Blake (1757 – 1827), nasceu em Londres em 28/11/1757 e residiu na mesma cidade até 12/09/1827, ano de sua morte. Foi um dos mais importantes expoentes do Romantismo na literatura inglesa. Terceiro dos cinco filhos de um comerciante de roupas londrino, estudou apenas o suficiente para ler e escrever, passando a ajudar o pai na loja até os 14 anos. Quando percebeu o talento do rapaz para o desenho, seu pai o enviou para ser aprendiz de gravurista. Desde os quatro anos até o fim da vida, teve visões que o lançavam num estado de exaltação.

Aos 25 anos, Blake casou-se com Catherine Boucher, que se tornou sua colaboradora e incentivadora. Juntos, eles produziram e editaram, manualmente, a maioria dos trabalhos do escritor.

Discípulo de Basire, foi influenciado por Flaxman e Fussli. Dedicou-se à pintura e à poesia, mas sua principal atividade foi a de gravador. Criou um processo artístico de impressão através de corrosão em placas de metal que denominou iluminuras impressas. Iluminura é uma espécie de pintura a cores, um delicado trabalho de ornamentação executado a mão, representando pequenas figuras, flores e outros ornamentos, com que se decoravam na Idade Média as letras capitais (ricamente coloridas) e outras partes de livros e pergaminhos. Aplicação de cores vivas a uma gravura, sobre marfim ou pergaminho.

Inspirando-se na Bíblia, em Dante e nos mitos criados por sua imaginação, pintou figuras extravagantes e deformadas. Foi um dos talentos mais originais do pré-romantismo inglês.

Seu primeiro livro, Poetical Sketches (1783), foi um único publicado de modo convencional. Entre suas obras, destacam-se Songs of Innocence (1789), Songs of Experience (1794), as Ilustrações do Livro de Jó (1825), Visions of the Daughters of Albion (1793), The Marriage of Heaven and Hell (1793), e cerca de uma centena de aquarelas para a Divina Comédia, de Dante. Profundamente místico, o autor criou sua própria mitologia nos chamados Prophetical Books. Embora reconhecido posteriormente, William Blake foi profundamente incompreendido em sua época, morrendo na miséria. (por quê será que isso era e ainda é tão comum?!)

“O Tigre”

Tigre, tigre que flamejas
Nas florestas da noite.
Que mão que olho imortal
Se atreveu a plasmar tua terrível simetria ?

Em que longínquo abismo, em que remotos céus
Ardeu o fogo de teus olhos ?
Sobre que asas se atreveu a ascender ?
Que mão teve a ousadia de capturá-lo ?
Que espada, que astúcia foi capaz de urdir
As fibras do teu coração ?

E quando teu coração começou a bater,
Que mão, que espantosos pés
Puderam arrancar-te da profunda caverna,
Para trazer-te aqui ?
Que martelo te forjou ? Que cadeia ?
Que bigorna te bateu ? Que poderosa mordaça
Pôde conter teus pavorosos terrores ?

Quando os astros lançaram os seus dardos,
E regaram de lágrimas os céus,
Sorriu Ele ao ver sua criação ?
Quem deu vida ao cordeiro também te criou ?

Tigre, tigre, que flamejas
Nas florestas da noite.
Que mão, que olho imortal
Se atreveu a plasmar tua terrível simetria ?

- William Blake / Canções da Experiência.

The Tyger (O Tigre), foi publicado em Songs of Experience, e é citado em várias histórias em quadrinhos, como A Ultima Caçada de Kraven (J.M. DeMatteis & Mike Zeck), em versão adaptada; Do Inferno (Alan Moore & Eddie Campbell) e Watchmen (Alan Moore & Dave Gibbons). Além da versão adaptada na mini-série Origem (Paul Jenkins, Andy Kubert & Richard Isanove), que revela um pouco do passado enigmático de Wolverine, um clássico também. Ainda podemos achar referências de suas obras em Spawn (Todd McFarlane & Greg Capullo), no arco Urizen (uma de suas criações - The [First] Book of Urizen - William Blake).

“PARA VER O MUNDO EM UM GRÃO DE AREIA E O CÉU EM SELVAGEM FLORA, SEGURE O INFINITO NA PALMA DE SUA MÃO E A ETERNIDADE EM UMA HORA”.

- William Blake


quinta-feira, 1 de novembro de 2007

- Oi, tudo bem...?


- Tudo Bem...

...Fora o tédio que me consome,
todas as 24 horas do dia,
fora a decepção de ontem a decepção de hoje,
e a desesperança crônica no amanhã,
tenho vontade de chorar,
raiva de não poder,
quero gritar até ficar rouco,
quero gritar até ficar louco,
isso sem contar com a ânsia de vômito,
reação a tal pergunta idiota
...Fora tudo isso, tudo bem.














quarta-feira, 17 de outubro de 2007

...quem disser que a Candice Night canta mal e é feia; apanha!!

...Um cd indicado para os fãs do Blackmore’s Night, mas que irá agradar a todos aqueles que gostam de uma música diversificada, bem tocada e, que apesar de não ter tanto peso, prima pela qualidade dos arranjos.

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_Times_With_Good_Company__CD2_.rar



Blackmore's Night

Era uma vez um guitarrista ranzinza chamado Ritchie Blackmore. Ele e seus amiguinhos fundaram uma banda maneiríssima conhecida como Deep Purple. Eles gostavam de falar sobre carros velozes, cassinos pegando fogo e noites escuras. O problema é que Ritchie era um cara mal humorado, e até jogava água na cara de uns cameramen em shows. Um dia, Ritchie ficou tão bravo, mas tão bravo que brigou com todo mundo e deixou o grupinho, para tristeza dos fãs. O grupinho acabou indo para o vinagre logo depois.

Depois disso, Ritchie juntou-se com um anão que cantava muito e fundou o Rainbow. Parecia que tudo seria melhor e mais colorido, pois afinal de contas eles cantavam sobre reis de montanhas prateadas e magos malvados que gostam de olhar estrelas, além de desejar vida longa ao Rock ‘n’ Roll. Como coisas boas não costumam durar muito, um dia o anão se aborreceu e deixou o grupo. Foi continuar cantando sobre coisinhas encantadas no seu grupo novo, mas também acabou cantando sobre sabás negros e outras coisas menos fofinhas e menos típicas. Bom, esta não é a história do anão caveirinha-cover, então vou parar por aqui. Ritchie chamou outras pessoas para o lugar dele (do anão) mas, apesar de até conseguir algum sucesso, resolveu voltar para o seu pessoal antigo do Deep Purple porque ofereceram bastante dinheiro para eles caso voltassem a ser amigos. Ou pelo menos se conseguissem fingir isso.

Infelizmente, algumas coisas nunca mudam: nosso antipático amigo Ritchie continuou de cara feia para com os seus coleguinhas e a tal reunião não pôde durar muito tempo porque ninguém o agüentava. Ritchie deixou o Deep Purple novamente e, vendo que seus ex-amigos lançaram um bom disco sem ele, resolveu lançar um disco do Rainbow também. Foi um fracasso, e os tempos pareciam negros para ele.

Acontece que um dia Ritchie conheceu a Rainha das Fadas e, contrariando todas as histórias politicamente corretas, ao invés de se casar com ela, ele só começou a namorar. Ritchie e a Rainha das Fadas - doravante chamada de Candice Night
, ou só Candice (para facilitar a vida) - gostavam de tocar música renascentista para os amiguinhos no seu castelo. Ritchie toca bandolin e outros instrumentos mais esquisitos, e Candice canta e toca flauta. Ah, e eles têm uns outros coleguinhas ajudando com percussões, corinhos e etc. Os amigos gostavam tanto que disseram para eles lançarem discos. Ritchie e Candice gostaram da idéia, e aí surgiu o Blackmore's Night (o cara é possessivo, ainda por cima).

Não faço a menor idéia de como foram as vendas dos discos, mas provavelmente devem ter vendido alguma coisa, pois até o presente momento constam 9 albuns lançados entre singles e full plays. Bom, por enquanto, eles estão vivendo felizes. Se é para sempre, só Deus sabe.

Outra peculiaridade do Blackmore's Night é a enorme quantidade de músicas por álbum. Para ser sincero não gosto de discos com muitas músicas por vários motivos. Um deles é porque geralmente quando há muitas músicas, algumas (ou várias) estão lá só para encher lingüiça. Outro motivo é que acho cansativo ouvir um disco com muitas faixas, pois quando acaba a última, você nem se lembra mais da primeira.

O negócio da "banda" (nunca soube se o Blackmore's Night é banda ou não) é tocar música renascentista e medieval. Nos primeiros discos, nem guitarra rolava. Agora Ritchie está menos chato e já toca alguma coisa elétrica junto, o que torna os álbuns um pouco mais variados









Vídeo - > Blackmore's Night - All For One (Live)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Violinos, Cellos & Stradivarius...


O Cello, é um instrumento da família dos instrumentos de corda. Possui quatro cordas e se diferencia dos outros instrumentos pelo seu tamanho grande, fazendo com que tenha que se apoiar ao chão por meio do
espigão, uma haste de metal em sua extremidade.

A primeira citação sobre o violoncelo foi numa coleção de sonatas italianas anônimas, datada de 1665. Seu antecedente é a viola da gamba, ou viola-de-perna. Tornou-se popular como instrumento solista nos séculos XVII e XVIII.

A característica padrão do instrumento foi estabelecida por Stradivarius, em 1680. A partir dos Concertos Espirituais de Boccherini, o violoncelo passou a ser tratado como solista, e não somente como um instrumento para compor o naipe de cordas.

Para tocá-lo, o músico deve estar sentado, com o instrumento entre os joelhos. As quatro cordas são afinadas em Dó, Sol, Ré e Lá, como na viola, mas uma oitava mais grave. As composições para violoncelo são escritas fundamentalmente na clave de Fá na quarta linha. O alcance do violoncelo é de duas oitavas abaixo do dó médio(Dó1).

Sua sonoridade é considerada bastante expressiva, sendo conhecido como o "rei" dos instrumentos de cordas. Entretanto, seu uso está mais presente na música erudita. As grandes orquestras utilizam entre oito e doze instrumentistas de violoncelo no naipe.


Antonio Giacomo Ŝtradivari

Latinizado como Antonius Stradivarius; Antognio Giacomo Stradívarius(Cremona, 1648 - 18 de dezembro de 1737) foi um célebre luthier italiano. Ainda muito jovem foi discípulo de Nicolo Amati, com quem aprendeu e desenvolveu a arte inconfundível de fazer instrumentos de corda, como violinos, violas e violoncelos, contra-baixos, violões e harpas.

O período áureo de sua carreira foi entre 1700 e 1722, quando lançou a forma G e construiu seus violinos mais famosos, como o "Bets", em 1705, o "Cremonese", em 1715, o "Messiah" e o "Medici", ambos em 1716. Muitas das técnicas utilizadas por ele ainda não foram completamente desvendadas. Sabe-se que as madeiras usadas eram o acero e o abeto, este para o tampo harmónico e partes internas e aquele para o fundo, faixa e braço. A madeira era tratada com diversos tipos de minerais, borato de potássio, silicato de sódio e de silicato de potássio, verniz de bianca (um composto de goma arábica, mel e clara de ovo), além de Stradivari selecionar madeiras mais antigas e ressecadas.

A Sonoridade - Teorias

Há diversas teorias sobre a sonoridade de seus violinos. Uma delas diz que o segredo da sonoridade de seus instrumentos estava no verniz utilizado por ele, que acreditavam conter cinzas vulcanicas, o que tornava o instrumento mais duro e assim melhorando a sonoridade. Essa teoria ainda não foi comprovada por pesquisas. Outra lenda para o fato de seus violinos terem uma sonoridade superior, era porque ele selecionava madeiras de navios naufragados há anos. Com isso, a madeira ficava muitos anos em agua salgada, o que fazia com que a madeira fosse mais dura. Tambem não há nenhuma prova científica sobre esse fato.

Um outro fato (talvez o mais aceitável entre os cientistas), é que durante o período em que viveu o luthier, a Terra, e especialmente a Europa, estava passando por um período onde foram registradas temperaturas muito baixas na Europa. Por isso, as madeiras das árvores ficaram mais duras durante esse período.

Os Instrumentos


Os instrumentos Stradivarius são conhecidos como os mais famosos e caros instrumentos de corda do mundo. Mais de mil foram criados, mas apenas 650 existem, e apenas 6 deles com a resina que lhe deram a fama. O mais famoso, modelo de incontestáveis cópias, chamado de "O Messias" de 1716, possuidor do som mais puro do mundo, com mais de 100 sons inaudíveis ao ouvido humano, está no museu Ashmolean Museum de Oxford. Esse violino nunca foi tocado. Percebe-se isso claramente observando-se o seu verniz que está como se tivesse saído do atelier de Stradivari recentemente, em comparação com os instrumentos de mesma época. O messias não possui valor comercial e, historiadores dizem que seria como colocar preço nas pirâmides do Egito ou na muralha da China.

Instrumento único, cuja fórmula de pureza dizem lendas, terem sido guardadas por uma humilde família camponesa na ilha de Monte Cristo, a família Tuscano, no Noroeste da Itália, que hoje relevam o conhecimento desta fórmula. Químicos descrevem a resina como um âmbar de antigas sequóias gigantes que habitaram a Europa da Idade Média. Físicos nucleares dizem que o tempo e as condições favoreceram a ressonância límpida das cordas, mas nenhum valor teórico ou prático para isso foi com certeza comprovada.